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Conheça os brasileiros que estreiam no UFC 212, no Rio de Janeiro

18 de Maio de 2017

O UFC 212 está cada vez mais perto, e além da unificação de títulos entre José Aldo e Max Holloway e da presença de nomes consolidados como Vitor Belfort e Claudia Gadelha, o card de 3 de junho terá as estreias de dois nomes promissores do MMA no Brasil: Marlon Moraes e Deiveson Alcântara.

Conheça um pouco mais sobre os estreantes de 3 de junho.

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Marlon Moraes

Por muito tempo considerado um dos melhores lutadores do peso-galo fora do UFC, Marlon finalmente chegou ao octógono mais famoso do mundo. Natural de Nova Friburgo (RJ), o atleta começou a treinar kickboxing bem jovem, e foi nesta modalidade que iniciou a carreira de lutador.

A primeira luta no MMA aconteceu em 2007, mas Marlon conta só passou a se dedicar ao esporte em tempo integral em 2011, quando se mudou para os Estados Unidos. Parceiro de treinos de nomes como Edson Barboza, Frankie Edgar e Eddie Alvarez, o peso-galo chegou a participar de uma seletiva do The Ultimate Fighter Brasil em 2012, mas não entrou no programa - e diz acreditar que foi melhor assim.

"Hoje me vejo como um atleta experiente, em uma equipe boa. Sinto que estou realmente preparado para estrear no UFC. Se tivesse entrado em 2012, eu ia entrar um pouco despreparado. Eu poderia desenvolver, mas seria mais difícil, ia ser muito do início. Acho que agora estou vindo para o UFC preparado para lutar pelas cabeças", disse o ex-campeão do WSOF.

Presença constante nos córneres dos colegas, o lutador de 29 anos terá a sua vez de subir ao octógono mais famoso do mundo para enfrentar o terceiro do ranking, Raphael Assunção.

"Não é de hoje que venho me preparando para lutar com os melhores do mundo. Quando isso acontece, nada é surpresa. Acho que eu sou um atleta completo e pretendo ser melhor que ele em 3 de junho".

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Deiveson Alcântara

Nascido em Belém do Pará, Deiveson tem o DNA da luta correndo em suas veias, já que seu avô e tio praticavam a Luta Marajoara, um combate agarrado semelhante ao wrestling típico da Ilha de Marajó, no Norte do Brasil.

Aos 12 anos começou na capoeira, e alguns anos depois passou a treinar jiu-jítsu junto de Iuri Marajó. Os torneios de submission, então, foram um aquecimento para a transição para o MMA.

E Deiveson tem encontrado sucesso no esporte. O peso-mosca é dono de um cartel 11-0, com cinco finalizações e cinco nocautes, e só passou do primeiro round em três ocasiões. Em 3 de junho, ele levará seu estilo agressivo para o octógono contra Marco Beltran.

"Meu sonho era lutar no UFC, e agora eu consegui. Estou indo para dar o meu melhor, para dar show. Eu sempre dei show nas lutas, então se não for nocaute, vai ser finalização. É bem difícil de passar do primeiro round comigo", garantiu.

É bastante comum que os atletas de MMA tenham apelidos, ou "nome de lutador". Mas, na falta de um, Deiveson atende por dois cognomes: um de infância, e outro para impor respeito.

"Meu irmão quando criança não conseguia falar 'Deiveson', então me chamava de 'Daico', e aí ficou. Quando eu migrei para o MMA, queria um nome de lutador que assustasse meus adversários. Sabia que um dia surgiria um nome bacana, e aí veio 'Deus da Guerra'", disse. 

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